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Colaboração Poeta Silas

de FLV | Terça, 29 de Maio de 2007

O Custo do Filho Bastardo do FHC (O Brasil Paga a Conta)

O caso Miriam Dutra - Jornalista Claudio Humberto

A jornalista Mirian Dutra, da Rede Globo, retorna do exterior na quarta-feira. Ainda não se sabe se ela vai contar o porquê do recato e do silêncio nos 12 anos do seu exílio - a maior parte do tempo na Espanha.

Revendo meus arquivos, encontrei: Há alguns anos foi realizado no Fórum da Cidade do Rio de Janeiro o seminário “DEMOCRACIA, IMPRENSA E JUDICIÁRIO”
promovido pela Escola de Magistratura do Rio de Janeiro. Eis um registro: “O assunto que rendeu mais controvérsia no Seminário foi a forma como a imprensa brasileira era condescendente com o Presidente da República… A
questão entrou em pauta quando um jurista citou como exemplo de Conivência jornalística o romance do presidente Fernando Henrique Cardoso com a
jornalista da TV Globo Miriam Dutra.

Muitos advogados presentes ao evento não sabiam do fato e reagiram com surpresa e indignação quando um jornalista afirmou que toda a imprensa brasileira sabe disso. E naqueles oito anos de governo ninguém tocou no assunto. Muito antes de ser presidente, Fernando Henrique sempre foi um conhecido garanhão da política brasileira. As mulheres sempre ficaram encantadas com o seu charme e sua pose de estadista. Em Brasília, o escritório de FHC também era utilizado como garçoniére, para usar uma expressão da geração dele.

Era no escritório-garçoniére que o então candidato à presidência da república mantinha encontros com uma de suas amantes, a correspondente da TV Globo em Brasília Miriam Dutra. Quando FHC cresceu nas pesquisas para presidente, a ambiciosa jornalista, pensando no seu futuro pessoal e profissional aplicou aquele velho golpe que louras oxigenadas costumam dar em pagodeiros e jogadores de futebol. Deu uma “chave ” em FHC e engravidou.

A jornalista passou a carregar um furo de reportagem em seu próprio ventre. Um filho daquele que seria o próximo presidente da República do Brasil. Ao saber que a amante estava grávida, Fernando Henrique entrou em pânico. Afinal, como diria outro Fernando, aquilo era nitroglicerina pura. FHC tentou convencer a amante a fazer um aborto riu na cara dele. A mulher não ia jogar fora o seu pé de meia, sua caderneta de poupança.. Foi aí que entrou em ação a operação abafa. Como ela era correspondente da Globo, imediatamente foi transferida para a Espanha, com um salário milionário, sem obrigação de fazer nada. Apenas ficar calada e quietinha, cuidando do filho do presidente.

Atualmente a jornalista Miriam Dutra vive na Espanha, com o filho caçula do presidente. Uma funcionária do jornalismo global diz que às vezes ela liga para o Brasil a fim de fazer exigências, tratando a todos como se fossem
seus empregados.

“Ela se comporta como se fosse a verdadeira primeira dama!”

Vejamos o que diz Kika Martins a respeito do caso:

“Tomás Dutra Schmidt, filho não assumido de Fernando Henrique Cardoso e Miriam Dutra Schmidt (a Miriam Dutra, ex-repórter do Jornal Nacional em Brasília) nasceu no dia 26 de setembro de 1991, conforme certidão de nascimento do Cartório Marcelo Ribas (Brasília - DF) Vive hoje com sua mãe e tia em um dos mais caros e sofisticados bairros da Europa, em Barcelona. Agora se vocês querem saber como isso nunca foi notícia na grande imprensa, leiam Caros Amigos - ano IV número 37 - abril de 2000. A matéria é assinada por Palmério Dória e outros. O título é: “Um fato jornalístico”. A pergunta é quanto custou este silêncio. A portaria do Ministério da Fazenda 04/1994, por
exemplo, que isenta todos os meios de comunicação “e sua cadeia produtiva” da CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira] é só um começo de conversa. E o Proer da Mídia no final do ano 2000 custou US$ 3 bilhões ou US$ 6 bilhões, um ajuste de contrato. Agora bom mesmo é procurar no Siafi o quanto foi efetivamente gasto em propaganda no Orçamento Federal de 1994 a 2002″.
Bom, acho que a conivência está, em parte, explicada. Mas que custou caro pra todos nós, isso é verdade. É por essa e por outras que a contribuição provisória (CPMF) foi reajustada no governo FHC: para cobrir isenções providenciais.

Até parece que todos nós, brasileiros, somos pais dessa criança.

Claudio Humberto

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