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Frases de Raul Cortez
de FLV | Sexta, 21 de Julho de 2006
“Tive medo [de morrer] em vários momentos, mas sempre fui empurrado para a vida. Minha mãe era assim e me ensinou a ter essa postura positiva, a virar a página e continuar caminhando. Isso foi de grande valia quando eu soube do diagnóstico” (revista ABCâncer, em 2005)
“Ainda levo um sonho não realizado que é o de montar um Centro Cultural com cursos de interpretação para jovens atores, para que eu consiga transmitir um pouco do que aprendi na televisão, teatro e no cinema brasileiro” (do site oficial do ator)
“Acho que um ator tem uma função social muito importante: ele é um transformador da sociedade” (revista “Imprensa” em dezembro de 1996)
“[A corrupção] é um mal do povo brasileiro! Está na nossa genética ruim, feita com imigrantes, um povo degradado. As pessoas de Portugal que vieram eram as que mais atrapalhavam. Depois chegaram os outros imigrantes, já tentando impor respeito. Começou tudo errado.” ( Folha, em junho de 2005)
“Não gosto que me chamem de senhor, acho falta de educação. Outra coisa: está acontecendo de pessoas quererem me ajudar a sair do carro… Deus me livre. E, para ser bem sincero, ainda não me acostumei a ser chamado de avô” (revista “Quem”, em novembro de 2004)
“Sempre que eu entro em cena no teatro, me preocupo com o fato de estar pisando pela primeira vez no palco. Se eu vou pelo lado esquerdo, até o final da peça, entro pelo lado esquerdo.” (do site oficial do ator)
“Ser paulista é estar um pouco com o pé na Itália. É o país que mais gosto de visitar, juntamente com Espanha e Portugal. Embora eu não tenha descendência italiana, sinto uma proximidade muito grande, o temperamento italiano, a maneira deles serem, a maneira como brincam, o humor, essa coisa passional que têm” (revista “Comunità Italiana”, em novembro de 1999)
“Questionado se era muito assediado por homens, respondeu: “É verdade? Que bom, não sabia, não. Eu não sinto [tenso]. Eu não sinto. Por mulheres eu vejo que sou bastante assediado” (revista “Go Where”, em 2004).
“Teve uma cena [na novela ‘Terra Nostra’] em que eu tive que tomar um banho junto com a Maria Fernanda, que é maravilhosa, fantástica, adorei. Mas você há de convir comigo que na minha idade é uma coisa que realmente inibe. Mas foi tudo muito bem…” (revista “Go Where”, em 2004)
“Os jovens encaram tudo sob o ponto de vista material, querem fazer fama e ganhar dinheiro rápido, não estão lá muito preocupados com o papel transformador do ator. Não podemos culpá-los, afinal foram vítimas de anos de autoritarismo. Acho um pouco triste. Vim de uma geração mais culta –não que eu me considere culto e quero deixar bem claro isso–, mas realmente convivi com gente extraordinária” (revista “Marie Claire”, fevereiro de 2003)
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